Digo Sim

Por Chico Felitti

Perfil Chico Felitti faz crônicas de amores que acabaram no altar e  noticia o mercado de casamento

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Após 63 anos casados, marido e mulher morrem no mesmo dia

Por chicofelitti
21/07/14 14:43

 

63anosBob e Barbara Pettis se casam em setembro de 1951 (Foto Acervo Familiar)

“Até que a morte os separe”, pronunciou o pastor que casou Bob e Barbara Pettis 63 anos atrás. A promessa foi cumprida, mas a partida os separou por pouco tempo. Os dois professores americanos morreram com 11 horas de diferença.

Na manhã de 30 de junho, Barbara feneceu na casa de repouso onde morava, no Estado americano de Oklahoma.

Bob não estava por perto. O marido de 85 anos estava internado há dois dias para tratar uma pneumonia. Ele se foi às 20h do mesmo dia.

“Não tínhamos contado para ele, mas acho que ele sentiu”, diz o filho, Jim Pettis. “Estávamos todos muito tristes, ainda que tentássemos disfarçar”, conta outro filho, Clay Pettis.

Os dois filhos, que visitaram o pai na UTI enquanto faziam os preparativos para o velório da mãe, dizem que Bob esteve sereno até o fim. “Era chegada a hora”, diz Jim, “e ele se foi com tranquilidade, como viveu todo esse tempo”.

“Eles não eram pegajosos nem muito românticos, de se tocar o tempo todo. Mas você conseguia perceber que eles se amavam pelo tom das vozes e principalmente pelo jeito que se olhavam”, diz Clay.

O casal deixa três filhos, 11 netos e cinco bisnetos, além de uma história de 63 anos.

63anos2 O casal em 2005 (Foto Acervo Familiar)

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Preta Gil faz vestido de noiva em Paris e convida Tiago Abravanel para cantar

Por chicofelitti
07/07/14 13:11

PretaA cantora Preta Gil, que fará seu vestido de noiva em Paris (Foto Bruno Poletti/Folhapress) 

Por muitos anos, Preta Gil pensou que “jamais iria me vestir de noiva e subir num altar, nunca!”, conta ela.

Mas o nunca tem data para chegar ao fim: a cantora de 39 anos se casa com o personal trainer Rodrigo Godoy em maio de 2015.

A festa ainda não tem data precisa nem formato definido. “Mas vai ser bem diferente das coisas que você já viu”, diz ela.

Preta2 Preta Gil e seu futuro marido,  Rodrigo Godoy (Foto Reprodução)

Um detalhe que já está tomando forma é o vestido de noiva. Por mais que não revele modelo ou estilista, ela diz que terá de viajar até Paris para fazer as provas da peça.

A questão musical será resolvida em território nacional mesmo. “Eu canto no casamento de muita gente, quem vai cantar no meu?” Decidiu então contratar uma banda e deixar o palco aberto para que convidados, como seu pai Gilberto Gil ou a amiga Ivete Sangalo, cantem à vontade.

Para mestre de cerimônias e “cantor mestre” do palco karaokê, ela convidou Tiago Abravanel, com quem divide o pódio de artistas mais contratados para os casamentos mais caros do país. “Vai ser um festão.”

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Rafael Cortez toca em casamento na rua organizado por Leo Sakamoto

Por chicofelitti
01/07/14 18:35

 

StraubeO apresentador e jornalista Cortez, que também é músico, tocou na celebração (Foto Divulgação)

A praça Conde de Barcelos, no Alto de Pinheiros, viu no último dia 15 dois nomões da mídia brasileira desempenharam papeis pouco comuns ao seu dia a dia.

Rafael Cortez, ex-”CQC” e atual apresentador de “Me Leva Contigo”, foi a atração musical do casamento da jornalista Ana Maria Straube e do professor e editor Rodrigo Oliveira Salgado.

Já Leonardo Sakamoto, que tem um dos blogs jornalísticos mais lidos do país, havia ajudado a preparar a festa junto com outros amigos.

Em comum, os dois e a noiva estudaram na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde hoje Sakamoto dá aulas.

Os dois convidados célebres não eram nada de extraordinário na vida do casal, mas talvez chamassem a atenção de gente de fora.

“Eu estava meio nervosa, então não consegui reparar muito se atraiu a atenção de gente de fora. A parte da praça em que fizemos a cerimônia é bem tranquila, vi que algumas pessoas que estavam caminhando pararam para olhar, mas acho que mais para saber do que se tratava.”

Straube2 O casal na cerimônia de rua, em praça de Alto de Pinheiros (Foto Divulgação)

O apresentador “fez mais sucesso entre os convidados de fora da PUC, que não o conheciam pessoalmente”. Cortez toca com afinco e já gravou CDs.

A noiva conta que foi uma celebração pequena, sem ares de grande casamento.  “Tinha a pressão dos amigos em fazer algo para marcar a oficialização do casório, falta de vontade de organizar um casamento tradicional (e pouca disposição financeira em fazer uma festona), e vontade de ocupar um espaço que e público de forma diferente.”

Entre as diferenças eleitas por ela, estão a ausência de altar e a daminha de honra Sophia -sua cadela, que carregou as alianças em um saquinho amarrado à coleira. Felicidade aos noivos.

18 casamentos são celebrados no canteiro de obras do Rodoanel

Por chicofelitti
29/06/14 15:27

DersaUilton Miranda Santos, 52, e Vanusia Sousa Porto, 38, sobem ao altar na manhã do domingo, 29 (Foto Divulgação)

De um lado, 18 casais pavimentando a estrada da sua vida. Do outro, as empresas responsáveis pela construção de uma das maiores vias da cidade.

Os dois lados se encontraram na manhã deste domingo, 29. Dezoito casais se casaram às 9h30 no canteiro de obras do trecho norte do Rodoanel, em Perus, zona norte da cidade.

Os 36 recém-casados moram em bairros como Parada de Taipas, Jardim Paraná e Jardim Damasceno, todos no entorno da mega-obra, e não tinham dinheiro para bancar o sonho da cerimônia própria.

 

Dersa2Os casais fazem seus votos (Foto Divulgação)

O evento, com juiz de paz, DJ, fotógrafo e um total de 250 convidados, foi promovido pela Dersa e pela Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, por meio do Centro de Integração da Cidadania.

Quem casa às vezes quer uma coisa mais primária que uma casa: alguns dos casais na celebração viviam em áreas irregulares e foram removidos para a cconstrução do Rodoanel. Eles agora se habituam à vida em um novo bairro, para onde foram relocados para não atrapalharem a estrada, que deve ser inaugurada em 2016.

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Concurso dá R$ 22 mil para melhor vestido de papel higiênico

Por chicofelitti
26/06/14 21:13

Susan Brennan despontou tinindo de alva no salão de gala do hotel Sanctuary, cinco estrelas em Nova York. Menos de 12 horas depois de ter desfilado com seu vestido de noiva, a peça não existia mais.

Brennan suara com a emoção do momento e a roupa se desfez aos poucos. Ela foi a vencedora do décimo Concurso de Vestidos de Noiva de Papel Higiênico, uma tradição local patrocinada por uma empresa de… papel higiênico.

 

PapelHigienicoSusan Brennan, que ganhou o primeiro lugar (Foto Divulgação)

Susan é estilista e levou para casa o grande prêmio da noite, de US$10 mil (R$ 22 mil). “Levei um mês e gastei 17 rolos do papel higiênico mais macio para criar esse vestido com efeito de renda”, diz ela ao blog.

A peça que ela bolou é reversível: pode ser usada tanto como um vestido longo enviesado quanto como um curto de alcinhas, que termina na altura da coxa.

“Eu me dedico muito. Adoro esse concurso”, diz ela, que já ganhara as edições 2011 e 2012 da competição.

PapelHigienico2Katrina Chalifoux, que ficou em segundo lugar (Foto Divulgação)

A competição teve como jurada Kate Pankoke, que participou do reality show de moda “Project Runway”.

O Segundo prêmio, de US$ 5.000 foi para Katrina Chalifoux, que criou um vestido tomara que caia de camadas. Usou 35 rolos de papel para isso. “É um trabalho budista, se dedicar para uma coisa que logo vai acabar”, diz no vídeo da premiação.

PapelHigienico3Amber Mills, que ganhou R$ 6.000 pelo terceiro lugar (foto Divulgação)

O terceiro lugar ficou com Amber Mills, do Texas, que ousou fazer uma opção em azul. “Acho que não deveria ter tingido o papel”, confidenciou no seu perfil de Facebook dias depois do embate.

 

Noivos fazem ensaios pré-casamento baseados em filmes

Por chicofelitti
24/06/14 18:55

Ter um casamento digno de cena de cinema é um desejo comum. Ter um pré-casamento que poderia ser registrado em película e exibido na telona é uma tendência em ascensão.

Um fotógrafo de Sorocaba, cidade no interior de SP, faz ensaios baseados em clássicos do cinema e põe noivos para interpretar papeis.

Poderoso Chefão Fernando e Carol 1

Carol e Fernando, que fizeram fotos baseadas em “O Poderoso Chefão” (Foto Fernando Castelhano/Divulgação)

Há um ano, Fernando Castelhano fazia um ensaio pré-nupcial quando pensou que a roupa do noivo fazia com que ele parecesse com um personagem de “O Poderoso Chefão”.

Pediu então que o casal posasse com carros antigos: ele como um mafioso e ela como uma garota que faria um mafioso sossegar por uns dias, pelo menos.

“A ideia parte mais de mim, busco o sonho da pessoa e penso em algum filme que tenha ligação.”

Desde então, retratou casais em películas como “Tudo por Amor”, filme de 1991 em que Julia Roberts se apaixona por um homem com câncer, e “Flores Raras”, cinebiografia da poeta Elizabeth Bishop que chegou aos cinemas no ano passado.

Tudo Por Amor Luciana e Renato

Luciana e Renato em ensaio inspirado no filme “Tudo por Amor” (Foto Fernando Castelhano/Divulgação)

 

Um período basta para fazer tanto fotos românticas quanto as temáticas, diz ele. O pacote custa a partir de R$ 1.000, com maquiagem (o figurino deve ser trazido pelos noivos).

Caso um par de noivos tenha desejos mais peculiares e peça para encarnar um filme mais fantasioso, como X-Men, ele diz que tiraria de letra.  “A gente vai para cima. Eu tenho essas ideias, no resto se dá um jeito.”

 

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Com Copa, número de casamentos cai 60% em junho, diz site

Por chicofelitti
18/06/14 10:58

Independente do resultado da Copa, o mundial já sagrou um grande perdedor: os casamentos brasileiros.

O número de cerimônias planejadas no portal  Zankyou, um dos mais usados do país, caíram 60% em junho de 2014, se comparados ao mesmo mês de 2013. 

Vestido da copaO vestido de noiva inspirado na Copa, feito pelo estilista  Edson Eddel, não deve ser usado tão cedo (Giovanne Casareggio/Divulgação)

Foram analisados os planos nupciais de 11.870 casais para o ano de 2013 e de 15.140 para este ano. Os entrevistados vêm de todos os Estados do Brasil.

A queda foi menos acentuada em grandes cidades, como Rio de Janeiro, com variação negativa de 23%, e São Paulo, que teve 17% de planos de casamento junino a menos neste ano

“Até pensamos em fazer a cerimônia no dia 21 (próximo sábado), mas tem muita gente viajando”, diz a administradora Solange Rafael. “Tem até fornecedor dando desconto. O moço do bufê ofereceu 30% de abatimento caso fizéssemos em junho, mas ficamos com medo de uma parte da família, que mora no nordeste, não conseguir vir porque as passagens estariam muito caras.”

A festa de Solange ficou para novembro. “Espero que a seleção me dê motivos pra comemorar, já que roubou a data do meu casamento”, brinca ela.

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Campanha incentiva mulheres com câncer a não desistirem de se casar

Por chicofelitti
16/06/14 09:45

Mariana Leone, 39, está caracterizada de noiva por uma causa.

A catarinense fez um ensaio vestida de branco para incentivar mulheres que, como ela, perderam os cabelos com o tratamento contra o câncer. Mas que não perderam a vontade de serem felizes.

Ela criou um blog chamado Câncer com Alegria, em que compartilha seu cotidiano e dá dicas de beleza e de auto-estima, e vai veicular nele a campanha de incentivo.

“Tenho encontrado muita gente que quer casar e não está se sentindo bem porque recebeu o diagnóstico de câncer”, diz ela, que  já se casou, mas  que “casaria mais uma vez assim, careca”.

“Quero mostrar para a mulher que ela é bonita, charmosa e tem seus encantos. E que a vida não acabou, que ela consegue se casar e ficar linda mesmo careca.”

Para isso, procurou o ateliê de costura de uma amiga, que emprestou um vestido do seu agrado.

Arranjou também uma maquiadora profissional de bodas, que a produziu para as fotos, feitas por Beto Bocchino em Itajaí (SC). Todos os profissionais trabalharam voluntariamente.

Preocupada com a saúde, dispensou o dia da noiva. “Estava frio, então achei melhor não entrar numa banheira com a imunidade baixa.”

O resultado, que será veiculado na página de internet de Mariana nos próximos dias, você vê aqui.

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Cliente pede e marca de roupa esportiva cria terno “dryfit” para ele

Por chicofelitti
11/06/14 18:58

TernoO terno, com lapela e bolsos de aba, pronto (Divulgação)

“Quantas pessoas odeiam se vestir a rigor porque fica MUITO CALOR e desconfortável. Eu sou um deles. Estou noivo e caso em breve… POR FAVOR PROJETEM MEU SMOKING!”

O texto acima, com letras desesperadamente maiúsculas, foi postado por um noivo em dezembro na página da Lululemon, marca inglesa que camisetas de corrida e de ioga.

Terno2 “A vida é curta demais para se tomar vinho ruim”, diz o bordado no bolso (Divulgação)

Acontece que a marca leu o apelo e decidiu criar uma peça específica para esse administrador, chamado Todd: um terno de “dryfit”, tecido leve que faz o suor evaporar mais rápido.

A criação ficou por conta da estilista Cara Sumpton, que diz ao blog: “A preocupação maior era fazer algo sóbrio e bonito, mas extremamente funcional. Esse terno não amassa, então nem precisa ser passado. É colocar e correr altar acima”.

Terno3Detalhe da manga esportiva do terno (Divulgação)

A marca, que cobra cerca de R$ 120 por camiseta, diz que as peças foram um presente ao noivo.

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Darrell e Rosângela: dois sonhos em uma realidade

Por chicofelitti
04/06/14 19:30

Sonho1 Darrell, que sonhou com Rosângela, com quem sonhou por 12 anos (Divulgação)

Darrell sempre sonhou com Rosângela . Rosângela sempre sonhou com Darrell.  Só que de jeitos bem diferentes.

O americano tinha 12 anos quando viu uma cena enquanto dormia. Estava numa festa em um casarão com uma mulher que nunca havia visto, mas que amava. A garoa da noite fazia o cabelo da moça ficar úmido, ele sentia na pele. E acordava.

Já Rosângela sonhava desde os 12 anos em sair da cidadezinha onde morava, no sul de Minas Gerais, e ir para os Estados Unidos. “Ainda criança, eu queria me casar com um americano!”

O sonho dele se repetiu, sempre à noite, “umas 30, 40 vezes” em 13 anos (dos 12 aos 25).

O sonho dela se repetia dia e noite na sua cabeça. “Eu via os filmes americanos e queria aquela vida para mim. Não sei exatamente o que era, mas queria.”

O sonho dele se transcorria dentro da casa da avó paterna em Salt Lake City, nos EUA.  “Era o amor da minha vida.”

O sonho dela levou-a a se mudar. Foi para Santos fazer faculdade e trabalhar, com uma ideia fixa. “Eu ia guardar dinheiro para ir para os Estados Unidos.”

O sonho dele levou-o a escolher uma especialização diferente da sua graduação, de antropólogo. “Descobri que havia um mestrado sobre sonhos e fui fazer.” Nas aulas, chegaram até a encenar a miragem que se repetia em muitas noites.

Sonho2 O casal, que hoje mora em Santos (ela desistiu de se mudar para os EUA) (Divulgação)

Rosângela não desistiu do sonho. Em 1989, ela decidiu que partiria assim que o ano virasse. Até comprou um apartamento para impressionar como profissional de sucesso na entrevista para o visto americano.

Darrell, sim, desistiu. “Na época eu gostaria de ter expurgado o sonho, porque ele não significava nada.” O último sonho que ele teve foi o único diferente de toda a vida. “Nele, essa pessoa estava na janela do apartamento onde eu morava, na avenida 9 de Julho, e não na casa da minha avó.” Nessa época, o americano já havia se mudado para São Paulo e trabalhava na editoria Internacional desta Folha.

Por sugestão de um amigo, ele, que terminara um namoro e estava desiludido, mandou uma carta para a seção de encontros amorosos da revista “Contigo”.  “Era um currículo, literalmente. Dizia o que eu tinha estudado e feito da vida.”

Enquanto isso, em Santos, uma colega de trabalho entrou na sala de Rosângela com uma revista “Contigo” na mão. Ela e as amigas brincaram que estavam encalhadas e que cada uma mandaria uma carta. Só ela mandou de fato. Dizia no papel “Quero me corresponder para fazer novos amigos”.

Ela recebeu umas 300 cartas. “Gente do Brasil inteiro, brasileiros que trabalhavam no Oriente Médio, enfim.”  Eram tantas missivas que até seu chefe ajudava a ler.

Mas ela respondeu uma só, a de Darrell. “Era um currículo, ele dizia os países que conhecia, o que tinha estudado, as línguas que falava. E ele era americano, né?”

Três dias depois, recebeu a resposta dele. Com uma foto. Na véspera do Natal, ele ligou para ela. Na do Ano-Novo, ela para ele.

Sonho3Ele só contou a ela dos sonhos recorrentes com seu rosto depois do casamento (Divulgação)

Em 13 de janeiro de 1990 marcaram de se ver, na estação Paraíso do Metrô. Ele a esperava na plataforma (“O casamento sempre começa no Paraíso!”). E esperou, e esperou. “Ela atrasou mais de duas horas.”

“Teve um congestionamento subindo a serra. Foi muito tempo de atraso”, confessa ela, que chegou na estação achando que ele não estaria mais ali.

Quando ele estava para ir embora, olhou para trás. “Virei e vi aquela mulher saindo do trem. Era ela. Foi bater o olho na orelha e no joelho dela e eu sabia. Eu queria falar aquilo, que ela era a mulher da minha vida, mas não podia, ela ia achar estranho.”

Três meses depois estavam casados.  O pedido formal nunca existiu. A decisão veio de uma frase proferida pelos dois. “Minha mãe não está muito contente de a gente estar morando juntos sem se casar.”

O encontro faz parte de uma palestra dele sobre sonhos e um livro sobre o mesmo assunto. Já narrou a história nos programas de Marcia Goldschmidt e de Olga Bongiovanni.

Rosângela Champlin, 56, e Darrell Champlin, 49, estão casados há 25 anos e vivem em Santos. “Depois dela, nunca tive outro sonho recorrente.”

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