Digo Sim

Por Chico Felitti

Perfil Chico Felitti faz crônicas de amores que acabaram no altar e  noticia o mercado de casamento

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Casamento de Val Marchiori terá show de Agnaldo Rayol

Por chicofelitti
15/04/14 15:51

VALVal, que quer sigilo para sua festa (Foto Greg Salibian/Folhapress)

Val Marchiori se casará ao som de “Ave Maria”, na voz de Agnaldo Rayol.

A socialite de 39 anos virou fenômeno de mídia por querer aparecer. Trabalhou de graça como repórter do “Programa Amaury Jr.” e  protagonizou o reality “Mulheres Ricas”, mostrando toda afluência de champanhe em sua vida. Mas guarda segredo absoluto sobre seu casamento. 

Rayol, 75, confirmou que se apresentará na festa, com um repertório de seus maiores sucesso, em italiano e em português.

O noivo de Val é Evaldo Ulinski, dono do bilionário grupo Big Frango, que abate meio milhão de aves por dia e tem sua sede em Rolândia, no Paraná.  Os dois já têm dois filhos juntos.

A celebração acontece em 23 de maio, num bufê de luxo em São Paulo.

RayolAgnaldo Rayol, que será a grande atração do casamento (Foto Bruno Poletti/Folhapress)

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Maria Casadevall desfila vestido preto; ‘Não é para vender’, diz estilista

Por chicofelitti
11/04/14 16:33

Casadovall5A atriz abre o desfile de Lucas Anderi trajando preto (Fábio Zanzeri/Divulgação)

Lá vem a noiva, toda de… preto? A depender do modelo desfilado pela atriz Maria Casadevall, 26, em um evento de luxo para noivas em São Paulo, a marchinha pode ter a letra alterada.

“Uma noiva não vai casar de preto. O vestido dela tinha uma coisa de performático”, diz o estilista Lucas Anderi, que mostrou suas criações em um hotel de luxo paulistano. “Não era necessariamente para vender”, diz sobre a peça que abriu sua apresentação, curta na frente e com pernas à mostra.
 

Casadovall3As costas do vestido, que foi imediatamente ao mercado após o desfile (Fábio Zanzeri/Divulgação) 

A atriz, que ganhou destaque ao fazer “Amor À Vida”, novela das nove que terminou há alguns meses, entrou na passarela fazendo caras e bocas. Foi a única representante das artes cênicas numa passarela com modelos de manequim 40 (“É melhor ter mulher com curva para vestido de noiva”, explica Lucas).

Mas o estilista vê com cautela o uso de celebridades para chamar a atenção da mídia para uma marca. “É legal, funciona. Mas depende da celebridade. A Maria é especial, tem personalidade forte e conseguiu carregar minha roupa sem ser vulgar”, diz Anderi.

 

Casadovall1A global e o estilista (Fábio Zanzeri/Divulgação)

Anderi, 34, desponta como representante de um modelo de negócio que consiste em mostrar os vestidos na passarela para vendê-los logo em seguida, assim que retirados do corpo da modelo.

“Esses eventos são importantes para mim.” Ele sempre tem ao menos 30 vestidos de noiva prontos para quem quiser levar na hora.

Meia hora depois de o desfile terminar, as peças apresentadas já estavam penduradas em araras no subsolo do hotel Unique, para noivas interessadas prová-las. “Tudo o que desfilo está à venda. E se o vestido for transparente demais, podemos adaptar.”

Casadovall4Um dos modelos mais convencionais mostrados na passarela (Fábio Zanzeri/Divulgação)

 

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Casal em lua de mel de 675 dias passa pelo Brasil

Por chicofelitti
04/04/14 09:25

Tudo começou com uma viagem. Mike Howard  e Anne Howard ainda eram um analista de mídias sociais e uma editora quando foram passar uma semana na cidade alemã de Munique para a Oktoberfest.

Lá, conheceram outro casal que acabava ali uma viagem de um ano ao redor do mundo. “Eles disseram que tinham gasto US$ 34 mil (cerca de R$ 80 mil) com tudo”, diz o noivo.

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No litoral brasileiro, um dos últimos destinos da viagem de dois anos (Divulgação)

“Quando começamos a planejar o casamento, um ano depois, sabíamos que dez dias deitados em torno de uma piscina não é o que queríamos de lua de mel”, diz a noiva.

Decidiram então pedir demissão, alugar as casas e partir numa jornada por seis continentes, 33 países,  302 cidades, 140 trilhas, 72 garrafas de champanhe, 64 hoteis de luxo, 39 merguhos com cilindro no mar. “Tínhamos uma grana guardada, não temos filhos e ainda somos jovens. Nunca haverá uma hora melhor que agora”, diz a noiva.

LuadeMeldeumano1Com restos de fantasias do Carnaval do Rio (Divulgação)

Quando se sentaram para traçar rotas, levaram em conta dois fatores: tempo e jovialidade. “Escolhemos só lugares que ficam longe demais para irmos quando estivermos trabalhando ou trabalhosos demais para fazer turismo quando formos velhinhos.”

Fecharam numa lista enorme de países, que incluia: Argentina, Uruguai, Quênia, Japão, Camboja, Nepal, China, Nova Zelândia, Noruega, Turquia, Islândia.

O orçamento planejado era de gastar US$ 40 dólares por pessoa por dia. Contrabalancearam países mais caros, como o Japão, com outros em que gastavam menos da metade da verba, exemplo da Colômbia.

LuadeMeldeumanoNas ecadarias coloridas da Lapa carioca (Divulgação)

Dois anos de viagem depois, o veredito: “Deu tudo certo e foi a melhor experiência da minha vida”, diz Anne ao blog.

“Serviu para a gente de fato se conhecer. A viagem foi o real casamento”, diz Mike.

Os dois voltaram aos EUA há poucos dias e decidiram não pedir seus empregos antigos de volta: vão abrir uma agência de viagens especializada em luas de mel longuíssimas.

 LuadeMeldeumano2
 Fazendo safarí no Quênia (Divulgação)

O casal passou pelo Brasil em fevereiro e abril, pleno Carnaval. Além de ver os desfiles cariocas na Marquês de Sapucaí e roubar restos de fantasias do grupo especial, eles passaram pelo litoral baiano, por Manaus, Paraty e mais alguns outros destinos.

A pedido do “Digo Sim”, eles contam suas impressões mais fortes do Brasil:

- Você consegue saber o quão chique é uma cidade pelo preço da água de coco

- Locais correm atrás de você por oito quarteirões para pedir desculpas por ter indicado o caminho errado da praia, e apontar a direção certa (aconteceu no Rio)

- Os grafites são tão bonitos que dá vontade de mandar pro MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova York).

- Caipirinhas são mais baratas que água

- As toalhas ficam a cinco centímetros de distância uma das outras na praia

- Todo dia é uma grande festa!!!!!!!!!!!

Felicidade aos noivos viajantes.

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Casal dirá sim 365 vezes em 2014

Por chicofelitti
27/03/14 19:51

Chegou o grande dia para Rachael Kay Albers e seu noivo Roberto Hess. Eles se casam nesta noite. Ontem, quando eles se casaram na varanda de casa, também foi um grande dia. E anteontem, quando disseram sim sob a luz da lua cheia num descampado, também foi memorável.

A americana e o mexicano vão fazer uma cerimônia de casamento por dia em 2014.  “Estamos chegando no centésimo dia e não deixamos de nos casar em nenhum deles”, diz Roberto. 

CasartododiaNo churrasco em que comemoraram um dos casamentos, em fevereiro (Divulgação)

 
 As cerimônias não costumam durar mais de dez minutos, com direito a votos de amor e a troca das mesmas alianças que compraram para o terceiro dia e seguem tirando e pondo do dedo anular desde então.

O casal tinha marcado um casamento tradicional para 8 de março de 2014. “Acabou ficando muito careta,  e eu não acho que sou uma pessoa careta. Daí me dei conta que era um evento que não me representava”, diz ela.

Aí ele teve a ideia de pulverizar o dinheiro que gastaria com pequenos eventos, como viagens e churrascos.  “O casamento geralmente é só para a noiva. Eu queria aproveitar também. Mostrar o quanto sou romântico e a amo, e para isso um dia não basta.”  E ela disse sim para o projeto.

CasartododiaDizendo sim pela 29ª vez, num quintal no México (Divulgação)

Convidados são bem-vindos. Inclusive desconhecidos. “Já nos casamos na casa de um pessoal que não conhecíamos e uns turistas com quem cruzamos nos casaram”, conta Rachael.

Quem quiser participar de uma das centenas de cerimônias terá de ir até Chiapas, no México.

Foi onde os dois se conheceram, dançando salsa.Logo depois, ele foi transferido para a Alemanha, e ficaram dois anos sem notícias um do outro. Enquanto ele passava férias na cidade-natal, cruzou de novo com a gringa e decidiu ficar.

Casartododia2  Uma das cerimônias consistiu em ficar na cama (com o cão de estimação), virar para o lado e dizer “aceito” (Divulgação)

 ”Eu não me arrependo de ter ficado. Nem de dizer sim para ela todas as noites. Diria em todas as noites da minha vida”, fala Roberto. Felicidade (vezes 365) aos noivos.

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Débora, Rafael e a lei de Murphy

Por chicofelitti
25/03/14 14:49

Foi nos corredores da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo que Débora, 27, e Rafael, 29, andaram como casal dez anos antes de entrar na igreja no mesmo papel.

“Já tínhamos nos cruzado no elevador da faculdade algumas vezes e nos cumprimentávamos com a famosa levantadinha de sobrancelha”, diz a administradora de 27 anos. Ainda que tivessem amigos em comum, nem sabiam um o nome do outro.Em parte porque ela não dava abertura. Namorava e estava feliz. Até que não namorava mais.

“Quando terminei, fiquei meio descrente com o gênero masculino como um todo, e achava que nenhum deles queria nada sério.”Foi nesse espírito desprendido que foi à Gioconda, uma das festas da GV. “Eu fui para essa festa decidida de que não ia mais ser tão certinha e que não ia criar expectativas com homens no geral, e que eu ia agir um pouco com o mesmo comportamento que eles, de “curtir o momento”sem esperar compromisso sério depois.”

 

LeiMurphy

Rafael reencena o pedido, depois do sim, para foto em Porto (Divulgação)

Estava numa rodinha de amigas e ele veio puxar assunto, com pinta de xaveco. Pensou: “Sempre achei ele um gatinho, mas tem a maior pinta de galinha”. Mas já que estava sem expectativas, aceitou a investida. “Ficamos a festa inteira juntos.” Quando a balada chegava ao fim, ela percebeu que perdera as amigas com quem ia embora. Saiu procurando.”Não o encontrei mais, mas sei que saí meio afobada atrás da minha carona e nem disse tchau nem nada. Não trocamos telefone e eu nem sabia o nome dele completo”, diz ela, que pede para não ter o sobrenome publicado.

“Achei uma delícia a noite e confesso que fiquei bem mexidinha já querendo criar minhas superexpectativas, mas logo podava: ‘Débora, foram uns beijinhos em uma festa, não vai rolar mais nada, vocês nem têm telefone um do outro.” E ela cultivou o desapego até a segunda-feira, dois dias depois, quando toca um número desconhecido no telefone no momento em que ela entrava numa aula de spinning.

“Foi um pouco aquilo que as pessoas falam, meio lei de Murphy, que quando você está bem com você mesma e quando finalmente deixa de ficar ansiosa e desencana, surge exatamente o que você estava procurando tanto!”

 

LeiMurphy2E a felicidade dela após dizer sim (Divulgação)

Conversaram e marcaram de sair naquela mesma semana. Em outra festa do povo da faculdade. “Dava pra sentir que tínhamos uma ligação muito forte e que era um sentimento intenso e recíproco”, diz ela.

Mas que desapareceu por uma semana, depois de algum tempo saindo juntos, quando ele ficou sem dar notícias. “Eu estava em casa doente e eis que me chega uma mensagem escrito “love you” no meu celular, às duas e meia da manhã.” Ela demorou uns minutos para atinar do que se tratava, até que o celular vibrou por mais tempo: uma ligação.

LeiMurphy1O casal usufrui do título de noivos em Paris (Divulgação) 

Era ele! Pensei: que legal, deve estar bêbado, na balada e resolveu me acordar… ótimo!” De fato era ele, ligando de uma balada e talvez mais alegre do que o normal. Mas a ligação veio para dizer que ela era diferente, e que a semana em silêncio tinha servido para se distanciar daquilo que ele estava sentindo . Em vão.

“Eu tava com sono e com bode de ele ter me ligado provavelmente depois de ter curtido bem a balada com os amigos. Nos falamos mas não dei muita trela, mas ele ja estava começando cada vez mais a entrar forte na minha cabeça e no meu coração.”

Levou um mês e meio entre o primeiro beijo e o pedido de namoro, um ensaio para a proposta de casamento, com vinho e luz de velas, em dezembro de 2005.

Oito anos depois, em 2013, eles se sentavam para jantar assim que chegaram na cidade do Porto, em Portugal, e ela encontrou algo debaixo do prato. Uma aliança.

Os administradores se casam em junho de 2015, em São Paulo. Felicidade aos noivos.
 

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Fotógrafa inventa ensaio às cegas, feito minutos antes do altar

Por chicofelitti
21/03/14 16:24

Noivacabracega.1JPGA dentista Jennifer e o empresário Caio em ensaio às cegas antes do casamento (Claudia Kon/Divulgação)

Tá vendo a foto acima? Pois você é a única pessoa capaz de enxergar algo na cena. Os noivos Jennifer e Caio Simão estavam de olhos bem fechados no momento do clique, a instantes de subirem ao altar.

Como a tradição reza que o futuro marido não pode ver sua mulher vestida de branco, Claudia teve a ideia de captar a iminência da emoção com os noivos de olhos fechados.

Noivacabracega.2JPGA noiva confia que não foi vista antes da hora (Claudia Kon/Divulgação)

“Eu estava fotografando a noiva se preparando para o casamento. Ela estava supertranquila e feliz. Quando soube que o noivo veio colocar seu traje logo na ante-sala.”

Como os dois estavam a uma parede de distância, decidiu propor que fossem para o mesmo cômodo, a suíte do hotel em Florianópolis onde estavam hospedados, mas com os olhos cerrados.

 

Noivacabracega.3JPGO beija-mão antes da entrega da mão no altar (Claudia Kon/Divulgação)

Toparam. “Acho que ele não me viu, mas vontade não faltou! Foi uma experiência única sentir toda a vibração e trocar aquela energia minutos antes de descermos pra cerimônia! Especial”, diz Jennifer, em lua de mel na Europa.

 Noivacabracega.4JPGO casal, de costas para o mundo (Claudia Kon/Divulgação)

A fotógrafa não quer fazer da prática uma regra. “Quero fazer novamente sim, mas quando surgir uma oportunidade natural, com espontaneidade.”

 

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China adequa produção de vestidos para gosto brasileiro

Por chicofelitti
17/03/14 15:51

 VestidodaChinaJo Xinang em frente às reproduções que envia ao Brasil (Chico Felitti/Folhapress)

 O Brasil é um negócio da China para produtores de vestidos de noivas do país asiático, que triplicou a exportação de roupas matrimoniais para cá nos últimos cinco anos, segundo a associação comercial têxtil da cidade chinesa de Chengdu.

“Nunca tinha vendido nada para o Brasil. Até que em março de 2012, vieram cinco pedidos de uma vez só”, diz Jo Xinang, da empresa Marriage Huyon. O salto veio com o advento de sites do tipo AliExpress, que vendem direto do produtor para o consumidor, com frete grátis.

 

Vestidodachina2O modelo mais vendido para o Brasil da Dream of Mine: 200 peças (Divulgação)

Mas o aumento do comércio vem exigindo um acerto nas roupas.  “Comecei a focar a produção em tomara que caia. Desde que vocês começaram a comprar, aprendi que brasileira gosta de tomara que caia”, diz a modista Li Xao, da Dream of Mine. “E branco. Americanas e europeias não se incomodam de casar de bege, mas brasileiras parecem só querer branco, quanto mais branco melhor.”

“Americanas, nosso maior mercado, tendem a ser mais sexy. As brasileiras não pensam em usar vestido curto”, diz Xinang.

Somadas, as duas empresas dizem ter despachado mais de 2.000 peças para o maior país da América do Sul em 2013. Cada pacote leva de um mês a três para chegar e os vestidos, na sua maioria cópias de modelos de grifes, começam em R$ 100 e chegam tranquilamente aos R$ 2.000.

 

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“Posso te pedir uma coisa?”, pergunta Li Xao depois de terminar a entrevista. “Quando uma estrela de cinema do seu país se casar, me manda uma foto do vestido por e-mail?”

Latino pode ser multado em R$ 37 mil se bloquear sinal de celular em festa

Por chicofelitti
06/03/14 19:38

Latino Latino posa em iate com seu celular, que não poderia usar no próprio casamento (Foto Reprodução)

Se você tiver algo contra o casamento do cantor Latino, 41, com a modelo, atriz e miss Rayanne Morais, 25, fale agora ou cale-se para sempre. Mas fale ao vivo, nos salões do Copacabana Palace no dia 12 de março, porque telefones estarão vetados da festa do casal, se a vontade do sr. e da sra. Latino for levada a cabo.

O cantor de “Baby, me Leva” declarou que pretende contratar um serviço para bloquear o sinal de celular dentro do seu casamento. Estima-se que a festa vá custar R$ 1,2 milhão. Os aparelhos também devem ser apreendidos e mantidos na chapelaria, prática inaugurada pela colega de profissão Sandy, no seu casamento, em 2009.

“É para os convidados ficarem mais confortáveis. Às vezes a gente bebe um pouco e não quer fotos saindo no dia seguinte”, disse ele em dezembro. Mas os planos de Latino fogem das regras da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações, órgão governamental responsável por colocar ordem no campo da telefonia.

Latino2 Rayanne Morais e Latino escolhem os pratos que serão servidos na festa, no Copacabana Palace (Foto Reprodução)

Em nota, a Anatel diz que “o bloqueio de sinal só é permitido em presídios”. E que quem tentar calar celulares em um evento pode ser multado, mas não especifica o valor. 

Mas funcionários da agência disseram, sob sigilo, que a multa no caso de fiscais encontrarem bloqueadores de sinal em um estabelecimento privado é de R$ 37 mil, caso seja a primeira ocorrência, como seria o caso de Latino. Bastaria que alguém denunciasse a prática à Anatel, e um fiscal se convidaria para o casamento.

Empresas da avenida Paulista que foram flagradas mais de uma vez usando o bloqueador foram multadas em R$ 87 mil em 2012.

Os bloqueadores operam na mesma faixa de frequência das antenas de celular mas com um sinal muito mais potente. Por isso, “sufocam” os sinais das operadoras (e dos celulares) deixando os clientes sem serviço.

O Copacabana Palace, hotel defronte ao mar onde o casal celebrará as bodas, não quis se pronunciar se permitirá a prática irregular.

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Pague R$ 6 mil e tenha seu casamento filmado por um drone

Por chicofelitti
27/02/14 16:54
Ele já viu guerras, rebeliões populares e foi usado para espionagem. Chega agora a vez do drone curtir: a aeronave não tripulada passou a ser usada para filmar casamentos no Brasil.
 
O uso da tecnologia estreou no casamento do cantor Naldo Benny com Ellen Cardoso, a Mulher Moranguinho, diz a empresa que oferece o serviço em São Paulo.  “Foi uma festa perfeita para esse tipo de tecnologia, porque era grande, para 800 pessoas, e no descampado”, diz   Reynaldo Cavalcanti, da Foto Studio Equipe.

 DroneO noivo Marcus espera a noiva Milena na capela da Puc, vigiado por um drone (Foto Studio Equipe/ Divulgação)

Em menos de um ano, a empresa conseguiu aprimorar a técnica, antes restrita a descampado, para ser usada também dentro de salões de festa ou até de igrejas. Comprou outra geringonça, mais silenciosa, para usar na parte interna de templos como a Igreja São José, no Jardim Europa, ou a capela da Puc, em Perdizes, onde foram feitas as fotos deste post.  

Uma das possibilidades com objeto voador identificado é já editar as imagens aéreas da igreja e as exibir no jantar, logo em seguida. “Fazemos um miniclipe em meia hora, e já passamos para os convidados verem assim que chegam no salão”, diz Cavalcanti. 

Drone2 A nave filma o casal no altar (Foto Studio Equipe/Divulgação)

A empresa tem quatro equipamentos de filmagem, que usa todos os dias. O preço para alugar uma câmera aérea para sua festa vai de R$ 2.000 a R$ 6.000, dependendo da qualidade da imagem e do tipo de edição escolhido.  A filmagem dura entre uma hora e meia e duas horas (trocando a bateria da máquina a cada 15 minutos), e o preço inclui a paga do piloto, que comanda o aparelho do chão.
 
Drone3O drone silencioso, que passou a ser usado em ambientes internos (e sagrados) há dois meses (Foto Divulgação)

“Foi um jeito bem legal de filmar o casamento”, diz a empresária Arielly Correa, que contratou os préstimos do aviãozinho para seu casamento, em dezembro último. “O único problema é que ele chama um pouco de atenção, ainda mais na hora que o padre faz o discurso,  que pode ser meio longo, percebi que os convidados estavam todos olhando para cima.”

Maestros dos famosos se casarão em cerimônia com cem músicos

Por chicofelitti
25/02/14 16:57

Ela já comandou a orquestra e o coral de casamentos de gente como o velocista Emerson Fittipaldi, o nadador Thiago Pereira, o jogador Ganso e o cantor Naldo.

Agora,  a maestrina Rita Del Chiaro comandará uma trupe de cem pessoas, entre orquestra e vozes, em causa própria: ela sobe ao altar em 28 de fevereiro, na igreja Nossa Senhora do Brasil.

MaestrinaDanillo e Rita Del Chiaro, que dirão sim na igreja uma década após se casar de papel passado (Foto Divulgação)

A união com o também maestro Danillo Del Chiaro vem dez anos depois de eles terem se casado no civil e outros tantos anos depois de terem começado a trabalhar juntos com música. “Na época não conseguiríamos fazer uma festona como queríamos, então esperamos.”

E a cada ano o maestro repedia a maestrina em casamento, até que chegou a grande data. “Teoricamente está tudo pronto, mas na prática não”, diz ela.

A parte da música, pelo menos,  já está resolvida. “Vai ter um coral bem grandão, com cerca de cem músicos, entre coral e orquestra. A Igreja Nossa Senhora do Brasil não comporta mais do que isso. Cabem 280 pessoas, mais cem músicos esprimidos, vamos ver como vai ficar”

A trupe é composta por amigos de ofício. ”É tradição, quando casa um músico, vai todo o mundo tocar.”

 

Maestrina3 O casal e suas respectivas batutas, que usaram no casamento de Naldo, de Ganso e de outros famosos (Foto Divulgação)

O que não quer dizer que as primeiras notas na igreja surpreenderão o casal. “Eu deixei tudo escolhidinho, o roteirinho montado, então sei exatamente o que vai tocar.” A cerimônia será clássica, com cantos religiosos que seguem a liturgia.

Serão três maestros se dividindo para cuidar do batalhão. 

Já a festa sairá dos domínios da maestrina. “´Terá performance de uma ’big band’. Aí vale tudo. Eu não conhecia muitas músicas da festa, quando o DJ fez a lista delas. Ele me disse ‘confia, que tá tocando’.”

 
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